Rostos inertes no tempo
perdidos a procurar sua própria feição
Indiferentes à vida que os rodeia
questionam silenciosamente
o momento que já não mais existe
São como corpos sem alma
Pregrinos a caminhar para alhures
absortos em seus desejos abortados
Observo-lhes as órbitas vazias
onde se escondem os desejos mais recôndidos
da existência humana!
perdidos a procurar sua própria feição
Indiferentes à vida que os rodeia
questionam silenciosamente
o momento que já não mais existe
São como corpos sem alma
Pregrinos a caminhar para alhures
absortos em seus desejos abortados
Observo-lhes as órbitas vazias
onde se escondem os desejos mais recôndidos
da existência humana!


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